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Fuzuê


Embriaguez

Não sou tão capaz assim de resistir a apelos, viu Renan!! Então, mesmo sem saber o quê, se, sobre o que escrever, aqui estou eu....

Esses dias copiei no meu perfil do orkut um texto que achei no orkut de Vick...me identifiquei com ele, embora nos últimos tempos tenho me embriagado muito mais de vinho e afins do que de poesia e virtude.

Gostei muito de uma frase que ouvi, "um homem sem vícios é um homem sem virtudes"...até procurei no google pra saber o autor, mas com pouca paciência, parei a busca...sei dos meus vícios, mas quanto às virtudes...bem, ante a sobriedade pra poesia e virtude e embriaguez só para os líquidos, aí vai o texto do Baudelaire.

"Devemos andar sempre bêbados.
Tudo se resume nisto: é a única solução.
Para não sentires o tremendo fardo do tempo que te despedaça
os ombros e te verga para a terra, deves embriagar-te sem cessar.
Mas com quê?
Com vinho, com poesia ou com a virtude, a teu gosto.
Mas embriaga-te.
E se alguma vez, nos degraus de um palácio, sobre as verdes ervas
duma vala, na solidão morna do teu quarto, tu acordares
com a embriaguez já atenuada ou desaparecida, pergunta ao vento,
à onda, à estrela, à ave, ao relógio,
a tudo o que se passou, a tudo o que gemeu, a tudo o que gira,
a tudo o que canta, a tudo o que fala, pergunta-lhes que horas são:
"São horas de te embriagares!"
Para não seres como os escravos martirizados do Tempo,
embriaga-te, embriaga-te sem cessar!
Com vinho, com poesia, ou com a virtude, a teu gosto."



Escrito por Diths às 17h40
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Impossível não se apaixonar

Você já viu Carlos Malta, nega? Então vá!

Vá, veja, ouça, sinta. Apure os sentidos e prepare o coração. Sua música, seu jeito de tocar, a forma como envolve a platéia...é emocionante, inebriante, e deixa qualquer um feliz.

Some muito estudo e técnica apurada a simplicidade, sensibilidade e carisma cativantes. Esse é Carlos Malta. Não foi a primeira vez que o vi tocando, mas cada vez é ainda mais apaixonante que a anterior. Agora foi, mais uma vez, no Clube do Choro, acompanhado de Henriquinho, Frango, Hamilton e Sandro. Músicos da pesada para um músico que, como comentamos após o show, parece estar acima do humano, em outra frequência que não a nossa.

Não há como sair de um show dele sem estar extasiado, é impressionante. Olho as pessoas em minha volta e todo mundo com um sorrisão estampado no rosto. Carlos Malta toca com emoção e a todos emociona. Fiz pra ele um porta-pife de crochê. Que ele recebeu com tanta alegria, só não maior que a minha, com a oportunidade de vê-lo, ouví-lo, e ainda por cima dar-lhe um presente!

Fui vê-lo na quarta, na quinta. Hoje vou de novo. A cada dia uma nova expressão, uma nova emoção. E parodiando o próprio (quando se referia à inscrição de uma latinha, dessas compridas, onde ele até então guardava seu pife), impossível de não se apaixonar.

Volte sempre à Brasília, Carlos Malta!!



Escrito por Diths às 12h57
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Susto

Devia ser umas 19h, escuro já, e arriscado passar pela passagem subterrânea. Mas concluí que seria menos arriscado do que tentar atravessar o eixão àquela hora, com muito trânsito e pista molhada. Não queria ser a próxima vítima de atropelamento noticiada no DFTV.

 

Pra variar, escuridão total, a única parte iluminada é a que fica aberta, entre os eixinhos e o eixão. Com o medo de sempre, segui em frente, e fiquei aliviada ao ver que vinha em meu caminho um casal. Quando iam passar por mim, logo que eu cheguei ao trecho iluminado, o cara se despede da moça, tranqüilizando-a que dali em diante é seguro, ela já está perto da escada e da parada de ônibus, deu meia volta e seguiu dois passos na minha frente.

 

Eu fiquei mais aliviada ainda por ter a companhia dele, uma cara tão bacana que fez questão de acompanhar a amiga naquela passagem insegura. E seguíamos conversando sobre o perigo dessas passagens escuras, ficamos sem saber se é melhor se arriscar entre os carros ou no meio do breu dessas passagens. Já ia relaxada, conversando com o cara e praticamente agradecendo a ele por também me fazer companhia, quando já estávamos perto da escada, e finalmente eu ia sair daquela escuridão.

 

Não tão cedo. De repente o cara deu um pinote pra cima de mim, me prendeu pelo pescoço, parecia ter algo na mão além da sacola que carregava. Eu me desesperei como nunca tinha acontecido na minha vida, mas por sorte ele me deixou com a bolsa e documentos, levando apenas o pouco dinheiro que eu tinha. E deve ter se surpreendido com a minha reação tão assustada, começou a pedir desculpas, justificando o roubo com o desemprego. Mas moço, eu também to desempregada...

 

Não foi a primeira vez que passei por uma situação dessas, mas nunca me assustei tanto. Logo eu, braba danada, que já quebrei guarda-chuva no braço de quem se atreveu a mexer comigo, corri atrás, encarei e botei pra correr. Mas isso à luz do dia. À noite, no escuro e sem ninguém por perto, é bem diferente. E ainda por cima, já tava conversando com o cara, relaxada e confiando nele. Me senti como se de repente um amigo me atacasse, estivesse prestes a me machucar. Tive medo, muito medo. Dele me machucar, de me arrastar pro gramado, tive medo de sei lá o que mais. E fiquei estática quando ele saiu correndo, pedindo desculpas e sumindo. Demorei uns segundos pra sacar que tinha que sair correndo dali, antes que ele voltasse ou outro ladrão ou coisa pior aparecesse.

 

Subi correndo as escadas, ninguém na parada...por sorte, na mesma hora passou um ônibus, que felizmente parou, apesar de eu ter pedido parada muito em cima. E por sorte eu também tinha vales na bolsa. Tentei falar com uma amiga, precisava falar com alguém, pra parar de tremer, soluçar, parecia que eu tinha passado por coisa muito pior. O cobrador foi bacana, ficou conversando comigo, conseguiu me acalmar. E no fim das contas, agradeci por só ter passado um susto.



Escrito por Diths às 10h41
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A viagem

O começo da viagem não foi assim lá essas coisas...atraso de duas horas, por conta de uma greve branca dos controladores de vôo. Mas cheguei. E por mais clichê que seja, o Rio continua lindo, lindo, lindo! Correria pra estar no cartório às 17h. Mas deu tempo. Cheguei antes dos noivos, até! E enquanto esperava fumando na calçada, entabulei conversa com uma moça que arrumava sua banquinha, ali do lado. Olha a coincidência, ela é de Goiás, tá indo pra lá semana que vem, toda orgulhosa do filho, que toca na banda de Amado Batista...ela falou com tanto entusiasmo, achei coisa lindria e naquele momento, quase botei fé em Amado Batista! rsrs...e ainda me deu altas dicas de onde ir em Goiás, onde tinha homem bonito, onde tinha homem alto, uma figura a mulher!

Chegam os noivos, Cris e Fabricia, mas falta uma testemunha ainda...então os mais apressados, entre eles eu, claro, já arrumam um boteco pra tomar umas enquanto esperamos. A cerimônia foi rápida, mas o mais legal foi depois...jantar num mexicano, volta na praia, e depois a Lapa. Ah, a Lapa! E ainda rolou encontro cósmico com Jair Lima, que surpreedeu a todos aparecendo! A minha noite ainda se estendeu numa feira com painho. Achei coisa lindria, a gente na feira altas horas da madruga, em meio a bebuns e trabalhadores, batendo um rangão, tomando cerveja...o duro foi encarar a festinha do colégio do sobrinho, num calor de matar, sono e ressaca. Mas encarei, firme e forte! Os demais dias foram normais, dias em família, com risada, discussão, confusão. Muita cerveja em boteco, calor do Rio, brincadeiras com os sobrinhos...

Domingo encarei a farra de novo. Samba na Casa Rosa, com direito a encontro com um amigo de Ribeirão, encontro mais do que improvável, este Rio sendo do tamanho que é...e retorno aventureiro pra casa, eu e Tati esperando van em plena Central do Brasil às 2h da madruga, descendo na Dutra e caminhando uns metrozinhos ainda, até chegar em casa.

Na segunda, novo encontro com Fabrícia e Cris, ao qual se juntaram Jair Lima e Kaline. Ouvimos música, Cris tocou violão, bebemos, rimos, foi lindrio! E aqui estou eu ainda, em plena mansão dos Gouveia, curtindo as últimas horinhas no Rio. Amanhã volto a Brasília. Pra relembrar dos nó$ a serem desatados, nós que fiz questão de esquecer em minha estada carioca.

É isso, valeu Rio!!!



Escrito por Diths às 13h01
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Lendo, ouvindo...pensando, sambando...

Esses dias tenho (re)lido Quintana. Vi também o filme Vinícius, o que me levou a também querer (re)lê-lo. E assim passei algumas horas no domingo. Lendo, ouvindo, absorvendo... gostei do filme, achei emocionante, apesar de ter percebido um certo bairrismo, mas enfim...gostei, me emocionei, chorei.

E fiquei pensando na necessidade de paixão que o Vinícius tinha (ressaltada por todos que falaram dele). Falaram na necessidade da paixão, do contato, dos amigos, mas como se fosse uma característica tão própria e vinculada ao Vinícius, que até estranhei. Estranhei por que ele, a meu ver, não foi o único a necessitar de paixão, amigos, boemia, pra ter e sentir alegria, vida, felicidade. Bem, talvez na intensidade em que ele viveu tudo isso, tenha sido...mas sou um pouco (?) assim também, de sempre querer farra, boemia, música, paixão...paixão por tudo, pelos amigos, pelo trabalho, pela vida.

Realmente, fica difícil viver sem paixão...e como no filme ressaltaram muito a sua eterna busca pela paixão, pela felicidade, ao ponto de acharem que ele não era de fato feliz, fiquei pensado, como algumas vezes já pensei, sobre mim mesma...se eu gosto, ou se eu preciso de tanta agitação, encontros, farras. Mas, mais uma vez, não chego a uma conclusão, ou melhor, chego à uma que me convém e satisfaz...gosto sim, e preciso do que eu gosto, preciso viver e fazer o que me dá prazer!

Ontem foi engraçado...por conta de uma gravação, fiquei trabalhando até quase 21h, sendo que costumo sair às 15h! Mas, surpreendentemente, não fiquei chateada, nem achei ruim ficar até tarde no trabalho. Uma sensação totalmente nova pra mim, que quando precisava ficar meia hora a mais num escritório de engenharia, já xingava internamente tudo e todos! Daí eu realmente precisava sair, beber, dançar, encontrar amigos. Não foi o caso de ontem, tava cansada, mas contente. E hoje tô louca pra ouvir um samba, beber, dar risada...porque eu gosto disso, mas dessa vez não é porque eu preciso farrear pra não pensar no péssimo dia que tive...coisa boa que é mexer com arte, viu!

 Até rolar pelo chão
Vinicius de Moraes / Mutinho

Não quero entrar
Para não ter que sair
Porque se eu der de sambar
Ninguém me tira daqui

Vou balançar
Até meu corpo cair
Meu pé vai dar o que falar
Não vejo ninguém pra ir

Nada de par
Pra me empatar, não
Hoje eu só quero
É me espalhar no salão

Mas deixa estar
Não vou fazer confusão
Tudo que eu quero é sambar
Até rolar pelo chão



Escrito por Diths às 11h57
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Muita gente desconhece

Ontem recebemos o dv-cam de "João do Vale, muita gente desconhece", que já esperávamos com ansiedade pra colocar na programação, pois a cópia em dvd que havíamos recebido estava com problemas e não teve como ir ao ar no dia programado. Ah, que vontade de ver logo esse filme! Como lá em casa não consigo sintonizar a TV Câmara, vou ver se consigo ver por aqui, mas...ainda não sei direito como essas coisas funcionam, se eu posso sentar no equipamento na cara-dura, e assistir ao filme...

Fiquei me lembrando da sua biografia, que li esse ano, "Pisa na fulô mas não maltrata o carcará". E mais uma vez, vou ao google ver se alguém já se dignou a fazer um site sobre sua vida, sua obra. Ainda não. Achei uma Fundação João do Vale, onde algumas músicas podem ser ouvidas, mas fora isso, só havia notícias de concursos, e não consegui saber do que se trata essa fundação. Na Secretaria de Cultura do Maranhão, há notícia sobre o lançamento do cd do Tião Carvalho, Tião canta João. Mas muito pouca coisa sobre o homenageado.

Realmente, desse jeito muita gente continuará desconhecendo esse grande brasileiro, nordestino, homem, compositor. Pouco estudo, mas muita ciência da vida, do seu nordeste, do seu país e do seu povo. Tal como tantos outros nordestinos, saiu de sua terra ainda muito novo, em busca de outra vida, outras oportunidades. Perambulou pelo país e fez de um tudo, até chegar ao Rio, onde foi ser "peão" de obra, vida muito difícil. Mas, já com algumas composições, ia a programas de rádio, e assim foi se enturmando, mostrando seu trabalho, e começou a ser gravado, a conviver e também a trabalhar com arte. Até cinema o danado fez, e também tentou se aventurar no futebol, mas como jogador ele era um ótimo compositor...

Sua vida e seu trabalho são de uma riqueza, uma beleza...coisas simples, fortes e belas, tal como as coisas de sua terra. E muita gente percebeu e se encantou com sua beleza e simplicidade, desde artistas populares a bossa-novistas. Lembro de uma parte do livro em que eu quis muito fazer parte daquela época, daquela coisa toda, e ficava me transportando mentalmente para o Forró Forrado, evento semanal em que João do Vale tocava e recebia convidados como Clara Nunes, Chico, Elba, dentre tantos outros que agora não me lembro com certeza. Era forró a noite toda, regado a muita cachaça, como ainda hoje fazemos...também quis estar presente no show Opinião, e em tantos outros momentos...

Não lembro nem encontrei a data correta na internet, mas há dez anos morria João do Vale. Doente, pobre...se bem me lembro do que li, ele quis morrer em Pedreiras. Ah, essa minha memória...lembro que ele foi pra lá já bem doente, mas chegou a voltar ao Rio, convencido por amigos a se tratar num lugar com mais infraestrutura, perto da esposa e filhos, e agora não lembro se chegou a voltar a Pedreiras. Muitas músicas se perderam quando ele ficou doente, pois não as anotava, estava tudo na cabeça. Com o derrame, muita coisa ficou esquecida, perdida, e só o que havia sido gravado nos foi dado conhecer, apreciar, aprender com.

"A aranha tece

puxando o fio da teia

a ciência da abeia

da aranha e a minha

muita gente desconhece"

Ah, no site da Jovem Pan há trechos de uma entrevista do João do Vale! Não consegui escutar, estou sem meus fones...mas semana que vem vou trazê-los pra cá!!!



Escrito por Diths às 11h39
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Doações e heranças

Sempre adorei ganhar roupas, fossem elas novas ou usadas. Quando mais nova, era mais frequente as minhas roupas serem herdadas por minha irmã caçula (isso geralmente acontecia depois de muita confusão). Algumas vezes, ela as pegava escondido, e só quando eu queria usar algo é que dava pela falta. Nem sempre consegui recuperar os frutos desses "empréstimos". Era difícil herdar algo de uma prima ou amiga. Primas eu não tinha nenhuma por perto, e amigas...bem, elas costumavam ser menores/mais novas que eu, daí nada delas cabia em mim.

Quando eu era mais nova, esse ganhar de roupas tinha outra conotação. Meus pais não podiam comprar roupas sempre, geralmente isso só acontecia no final do ano (roupas pro Natal e Ano Novo, que se repetiam o resto do ano! rs). Então, era uma alegria ganhar uma roupinha que não estivesse associada a essas datas. Não sei dizer se é uma questão cultural. Tentando me lembrar agora, acho que essas doações a amigas eram mais comuns quando eu morava no nordeste. Bom, não dá pra confiar muito na minha memória. Mas minha irmã também é assim, e sempre que vou ao Rio ela quer saber se não levei nada pra ela, e é de roupas minhas que ela está falando quando pergunta! Talvez a roupa de uma amiga que a gente ganha tenha uma conotação diferente mesmo, porque a pessoa escolheu aquela roupa, gostava, usava...e de repente nos dá! Então acho que é mais do que uma roupa, é um pouco dela também, do seu carinho...

Quando morei em república com amigas, era uma confusão quando alguma se dignava a fazer uma geral no guarda-roupa! Todas as outras que estavam em casa naquele momento paravam o que faziam pra vir escolher alguma coisa, dentre o que estava sendo descartado pela dona....ou entre o que não estava sendo descartado também. E quando víamos, estávamos duas ou três separando o que não usávamos mais, o que queríamos trocar, disputando as roupas mais legais. Divertido demais!

Esse fim de semana relembrei essa sensação, em parte. Wal estava com o guarda-roupas atolado, gavetas e portas mal se fechavam. E eu falei que aquilo era roupa sobrando, precisava fazer doações. Não falei a sério, até porque quando em vez ela me faz umas doações maravilhosas, não achei mesmo que fosse hora de mais uma. Mas quando chego no dia seguinte na sua casa, na cama há um bolo enorme de roupas, tudo pra mim! (Valeu Wal!!) Logo aquele dia, em que fiquei uma hora trocando e destrocando de roupa antes de sair, não me agradando de nada (isso é raro de acontecer comigo!). Ê felicidade! Saias, calças, blusas....a maioria coube em mim, pra minha alegria!! De modo que desde então, estou estreando as doações dela, todos os dias. Algumas coisas não ficaram muito bem, mas ainda vou tentar dar um jeito nisso. Ah, se vou!!

 

 



Escrito por Diths às 13h57
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O sol há de brilhar mais uma vez...

Cá estou eu de novo. Dessa vez, mais contente ainda.

Valeu (e continua valendo!) toda a torcida, apoio, abraço apertado, olhares e quereres!

O trampo é temporário, mas tô achando e querendo acreditar que é o começo de uma fase bem boinha na vida.

Será que foi a limpada no astral proporcionada pela chapada? A desatadora dos nós? Tantos amigos empenhados em ajudar? Com certeza foi um pouco(muito) disso tudo, e eu agradeço demais, a tudo e a todos!!

Papai do céu é meu brother!! Êeee!!!



Escrito por Diths às 14h12
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Agora sim!

Achei que pegava mal demais pra mim esse texto de más-vindas aí embaixo...então vou tentar reciclar o que tinha escrito antes e ficou perdido nos "a página não foi encontrada" da vida.

Renan sugeriu que eu arranjasse outro blog, já que o do msn, http://diths1975.spaces.live.com/blog/, tá cheio das burocracias pra se comentar. Apois, até pra comentar em blog tá rolando burocracia, onde é que vamos parar? Relutei, pois não tenho escrito nada. Nem pensado nada "escritável", mas já que estamos aqui, vamos lá.

Primeiro pensei num nome, e fui pesquisar no google, santo google. Até que achei uma música da Clara Nunes, Fuzuê. E achei coisa lindria, tendo em vista meu estado atual de bagunça mental. E também porque fuzuê me remete a coisas boas, bagunça no sentido bom. Ah, e também já cansei e não vou mais tentar explicar o por quê desse nome, eu gostei e pronto.

Ando assim mesmo, um tanto impaciente, um tanto instável. Mas esse fim de semana foi coisa lindria. Nada como sair um pouco da cidade, respirar outros ares. Ver uma lua linda, mas tão linda, que só vendo mesmo pra saber o tanto de lindezura dela. Companhia de gente querida. Tocar (ou tentar, numa insistente luta com os efeitos do álcool) até o amanhecer do dia. Tomar banho de rio pra curar a ressaca, limpar a alma e a cabeça. Banho geladíssimo por sinal, mas lá estava o sol, pra aquecer, energizar, dar aquela molezinha boa pra cochilar, calangar nas pedras, ali mesmo, no meio do rio. Comida muita. Cachaça, muita também. Alegria, risadas, muitas e muitas. Até na sinuca eu me (re)aventurei. Mas nesse caso, tacada errada é que foi muita, motivo pra mais risada ainda. E chegando aqui, ainda rolou filme na casa de Wal, programa que já é certo nos nossos domingos. Filme ótimo, mas não vou falar dele agora não. E talvez depois também não.

Ah, nada a ver o que eu falei aí em cima sobre estado atual de bagunça mental. O fuzuê é permanente mesmo. Fiquei pensando nisso agora. Mas eu gosto. Como já dizia Raul, eu prefiro ser essa metamorfose ambulante.



Escrito por Diths às 01h01
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Não começou bem

Tô puta! Levei um tempão escrevendo um texto sobre o porque desse outro blog, sobre o fim de semana maravilhoso que eu tive, e na hora de salvar essa budega não salvou nada!!

Caralhoooo!! Será que pode xingar aqui, ou vão me vetar? Ah, agora vai ficar assim!



Escrito por Diths às 00h38
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